quinta-feira, setembro 21, 2006

Justiça seja feita


Amigos,
Nada pode ser mais injusto que o resultado de ontem contra o peixe santista lá na vila. Está certo que nosso futebol não estava sublime, mas um feijão com arroz bastava para sairmos vitoriosos da batalha, pois todos viram que o Santos não tinha capacidade de nos superar, tanto na técnica, quanto na raça, e só através de um meio ilícito conseguiu seu empate desmerecido.
Parecia que seria uma partida confusa, e assim foi. O Fluminense confuso na saída de bola, o Santos equivocado em seus remates ao gol, e tudo se encaminharia ao empate técnico no primeiro tempo, já que as duas equipes foram um pouco mais que medíocres.
Após o intervalo, o tricolor mostrou sua superioridade, e começou a comandar o jogo. Contudo, um crime estava para ser protagonizado na vila Belmiro, e esse infelizmente daria os rumos finais à partida.
Em um lance inacreditável, Tabata corria pelo meio, e em seu calçado vinha o valente volante tricolor, Fernando, quando inesperadamente o ofensivo santista, tropeçou, rolando no gramado. Todos pensaram, "nossa, o sujeito tropeçou sozinho, que fase!". Mas havia uma única pessoa que não interpretou dessa forma, e esse foi o juiz Gaciba, que finalizou o lance apitando o pênalti mais absurdo do campeonato.
Nossos jogadores ficaram em prantos. Como o arbitro foi tão incompetente para assinalar uma falta daquela. O que será que Gaciba viu? Amigos vou explicar.
A infração ocorreu na passagem do jogador pela grande área, quando criminosamente, o cal do gramado fez o atleta escorregar. Teria outra explicação senão esta?
Uma jogada ilícita, claro, resultando no pênalti, e gol do Santos. Mas, como a justiça sempre vence, nada mais justo que um solidário santista inverter a ordem do campo, e resolver marcar contra a sua própria meta, concertando os erros "ocasionais" da partida. Luiz Alberto, mais uma vez o artilheiro tricolor, atrapalhando-se com o goleiro, deu-nos o gol que tanto merecíamos, ocasionando no inevitável empate. Justiça seja feita.
Lícito o resultado não foi, mas diante das circunstâncias foi até de bom tom essa igualdade. Que venha os leões de Fortaleza!
Saudações tricolores.

terça-feira, setembro 19, 2006

Ressurreição Pó de Arroz


Amigos tricolores,
Avisei-lhes que após o triunfo na sul-americana, nosso tricolor finalmente retornaria aos trilhos certos, e rumaria a tão sonhada conquista da América. Pois assim aconteceu. Em uma vitória esplendida em pleno templo do futebol, todos pós de arroz, puderam enfim, sentir o velho gostinho da vitória. A ressurreição não foi apenas do time das laranjeiras, mas também de um craque, até então bastante sumido na temporada.
Após dar um drible antológico, nosso seleça, Marcelo tocou para o gringo, que concluiu com a máxima precisão por cima do goleiro do Figueirense. Os Tricolores não acreditaram. “Pet!! Foi ele!! Aleluia!” – gritava meu amigo. Pois bem, nada mais que um genial o que Pet fez. Recebeu a bola, costurou em meio a dois defensores, e com um suave toque, botou a pelota no fundo das redes, fazendo um golaço.
Contudo, nosso o gringo estava insaciável na noite de ontem, e após marcar o seu, resolveu dar um gol (literalmente) a Beto, que não soube concluir com perfeição o primoroso passe do craque, e mandou uma bomba na baliza. Todavia, quem estava mais uma vez na grande área, esperando a sobra? Ah, amigos! Sempre ele.. O poste-artilheiro, Tuta! – (Olê olê olê olá! Tuta Tuta!). E ele marcou, finalizando assim, a primeira vitória tricolor na era Lopes.
Enfim amigos, vamos analisar de maneira bem tricolor: o grená de nossa bandeira está sendo muito bem defendido, pois o que não está faltando, é raça ao elenco. Já o branco, pode-se dizer que a harmonia do grupo está sendo reconquistada, depois de alugum tempo. Isso claramente está sendo convertido para dentro de campo, só não vê quem não quer. Agora tricolores, o verde. O verde é a cor que devemos ter em nossos olhos até o final da temporada, para que assim mantenhamos a esperança pela tão sonhada passagem para América. Não é hiperbólico meu pensamento, e garanto que é verdadeiro, pois esse ressurgiu do fundo de um coração tricolor, onde as três cores traduzem a tradição por títulos e glórias do maior time do mundo. Vence o Fluminense.

sexta-feira, setembro 15, 2006

Os Três atos de Gravatinha

Divina, profética, heróica e mais do que qualquer coisa, óbvia, a vitória tricolor ontem sobre a estrela solitária. Como havia dito, ontem seria dia de Pó de Arroz, e para celebrar minha maioridade ao máximo, a ajuda dos céus foi necessária, para obtenção de tal feito.
Chances perdidas, bolas na trave, tudo aconteceu naquela partida para nosso tricolor, menos o gol. Então como o mais velho provérbio do futebol diz, '' quem não faz, leva'', assim foi. Próximos aos quarenta minutos das segunda etapa, o alvi-negro consegui uma falta pela esquerda da defesa tricolor. Corações tricolores batendo em máxima velocidade. O Nervosismo era a imagem das arquibancadas verde e grená. Júnior César bate a falta para a meiuca da área, e a bola bate suavemente no chão, e segue trajetória direta para o fundo das redes tricolores. Gol do Botafogo. Metade do estádio se emudeceu.
Todavia, a esperança sempre esteve no meu grito durante todo o decorrer da partida. Era o meu dia, nada podia dar errado, muito menos derrota de minha paixão. Foi ai tricolores, que começou a obra do divino, do sobrenatural.
Na boca do anel superior do Maracanã, na parte em que o Flu localizava-se, um sinal iluminado aconteceu. As luzes pareciam tomar vida, estavam mais fortes, uma áurea pairava sobre a torcida do Fluminense.
Estavam todos sem força para gritar, e aos 48 minutos do segundo tempo, Gravatinha, sumido, resolveu aparecer para decidir a partida. Bola para Pet no meio de campo. Ele visualiza, e com um passe mais que presciso deixa Marcão em frente a área. O Guerreiro sutilmente corta para o meio e coloca com a máxima categoria nos fundos da redes, até então invictas. Gol de Gravatinha! Os fiéis não acreditaram. Saltavam , rezavam, choravam, era um misto de emoções pelas arquibancadas. Eu já sabia, ali estava uma obra do acaso. Nada explicaria aquilo, que foi no mínimo, inexplicável.
Termina o jogo. Empate que levaria aos penaltis. Agora bastava saber aonde seriam efetuadas as cobranças. E não foi que o a áurea tricolor ganhou?
Começam as cobranças, e atrás do gol de Diego acomodavam-se torcedores vivos e mortos. Inacreditável.
Gravatinha resolveu então fazer seu segundo ato naquela noite. O alvi-negro caminhou até a bola, e o personagem tricolor simplesmente assoprou sua bola para cima, isso mesmo uma leve brisa empurrou a bola à baliza! Divino!
Não satisfeito, ele resolveu dar o golpe final ao Botafogo.
Quarto e penúltimo penalti. Eu na última cadeira do anel superior. Não rezava mais, eu convocava todos os tricolores para que fizessem uma muralha naquele gol. Mas não prescisou. William encaminhava-se para o penalti, e Gravatinha, com malícia puxou a perna do jogador fazendo com que ele tivesse que trocar de perna do último segundo, antes da batida. Não deu outra. O resultado foi um chute pífio, patético, e de máxima displicência pelo jogador, resultando na fácil defesa de Diego.
Orgasmo nas arqubancadas! Jogadores não acreditavam no que acontecia... tudo era inexplicável, menos para mim. Já havia previsto isso, e sabia que atrás de tudo aquilo, havia um dedo mágico de Nelson Rodrigues.
Obrigado a todos os Tricolores que estavam ontem no Maracanã, foi uma festa de aniversário de 18 anos inesquecível.


Dedicado a Cecil Borer e Nelson Rodrigues.

segunda-feira, setembro 11, 2006

Luz Sobrenatural!


Amigos tricolores,
Alguém poderia me explicar o que aconteceu com nosso Fluminense?
Isso para mim seria explicar o inexplicável. Aliás, só mesmo o inexplicável, o sobrenatural para culpar nessa situação catastrófica a qual estamos rumando.
Palpito que Sobrenatural de Almeida seja o grande responsável por esta decadência momentânea, explico-lhe o porquê.
Juliano estava ou não, em condições de marcar aquele gol, quando se localizava acima da linha da pequena área paranaense? Livre, leve e solto, ele cabeceou para o chão, e sobrenaturalmente a esfera, tomou um impulso contrário as leis físicas, e subiu muito além da meta paranaense. Incompetência? Creio que algo estranho aconteceu.
Não leitor, não sou protetor dos moleques de xérem, pelo contrário, repúdio seus estrelismo, tanto que pedi ao delegado para que tirasse Lenny, que não vem bem, diga-se de passagem, do jogo.
Outra, a melhora do time foi evidente nas últimas semanas. Apenas falta-nos o chamados 3 pontos para que possamos comprovar essa percepção. E isso leitor, esta breve de acontecer. Quinta-feira será dia de Pó de Arroz! Isso mesmo. Garanto-lhe a vitória contra a estrela solitária. O dia da virada tricolor chegou!
No Maracanã, estarei eu e mais muitos fiés degustando o velho sabor que estamos acostumados, o de vencer.
''Brilha com o sol da manhã, com a luz do refletor salve o tricolor!'' Há ainda uma luz no fim do túnel, e afirmo-os, não é uma lanterna!! Quem espera sempre alcança!
Vence o Fluminense!

sexta-feira, setembro 08, 2006


Tricolores,
enfim adicionaram raça, garra, no almoço do time das laranjeiras.
Ingredientes que lhes faltava em demasia, ontem contra o time da estrela solitária, o Fluminense fez uma partida heróica.
A expulsão de Juliano, por uma suposta cotovelada no ínicio da partida, levou-nos ao desespero. Jovens estrelas estão presentes no time tricolor, no entanto com elas surgem o sentimento que apenas atrapalha o jogador de futebol: o estrelismo. O precoce sucesso leva aos nossos brotos de xerém a fazerem atitudes lamentáveis. Após um jogador retirar-se do campo, parece que nosso time multiplicou-se. Não havia um pequeno espaço onde um tricolor não estava. Apesar de jogarmos enlouquentemente grande parte da partida, o juíz infelizmente fez-nos rumar a mais um empate.
Pior que a atitude de Juliano, foram as atitudes externas protagonizadas ontem. Organizadas que me desculpem, mas o nome torcida não cabe mais para classificá-los. Não há motivo algum, que lhes faça não comparecer ao dever clubístico. Vandalismo? Qual o resultado de tal atitude? Morte de tal integrante rival? Incompreessível.
Verdadeiros torcedores degolam-se no estádio, disputando no grito de paixão , quem é o maior. Essa é a verdadeira luta.
Sábado, nossa batalha segue para ares paranaenses. Espero que o delegado mostre-nos vitórias, pois nosso rumo não pode ser outro se não a conquista da passagem a libertadores.
Força Flu!
Saudações Tricolores.

segunda-feira, setembro 04, 2006

Noite de Estréia


Roubo?
Nunca, foi mais para um homícidio a mão armada, de um apito, que qualquer coisa. Nítida, transparente, evidente, a colaboração do arbítro para o destino do clássico de ontem.
Após seguidas atuações em que brio, e culhões faltaram aos nossos jogadores, finalmente esses conseguiram mostrar algum futebol. Jogaram com gana de leões, apesar de ainda deixaram bastante a desejar na técnica.
Tuta balançou as redes pela nona vez no torneio, e desponta como artilheiro da equipe. Mas não apenas o gol ele fez ontem. Aliás, o que foi nosso matador ? Mais que um leão em campo, um jaguar, nunca vi tamanha velocidade no nosso poste. Divididas, corridas, tudo ele fez ontem. Parabéns, honrou o manto, queremos assim sempre.
No entanto, após a mancha deixada pelo arbítro na partida, ao meu ver tudo ficou sem graça. Menos uma coisa notável na noite de ontem. O nascimento de uma estrela. Osmar, o homem gol de xérem, finalmente vestiu o uniforme tricolor como profissional, e ao meu ver fez bunito. Se não fosse pelo sopro que sobrenatural de almeida deu na bola para que ela carimbasse a baliza cruz-maltina, nossa promessa sairia conssagrado.
Mas enquanto Gravatinha não volta de viagem, vamos sonhando com os gols de um novo craque, uma nova estrela, e que ela futuramente entre na constelação de ídolos de nosso tricolor. Boa sorte moleque.